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Tainá compara seus três partos e emociona ao falar do terceiro filho

Em resumo

  • Tainá vivenciou três partos completamente diferentes: Helena em hospital sem analgesia, Matteo em casa com parto humanizado, e Gabriel em hospital com analgesia.
  • Com analgesia, Tainá conseguiu sentir a pressão e descida do bebê, mas com muito menos dor, e não sofreu lacerações durante o processo.
  • Durante a gravidez de Gabriel, Tainá temeu não conseguir amar o terceiro filho do mesmo jeito que amava seus outros dois, mas a conexão aconteceu de forma imediata ao seu nascimento.

Tainá Militão, influenciadora digital seguida por milhões de pessoas nas redes sociais, compartilhou detalhes do nascimento de Gabriel, seu terceiro filho e o primeiro do casamento com o jogador de futebol Éder Militão. O bebê nasceu de parto normal no dia 25 de setembro em Madri, Espanha, aproximadamente duas semanas antes da data esperada pelos pais. Tainá é mãe também de Helena, 7 anos, e Matteo, 5 anos, do relacionamento anterior com o jogador Léo Pereira.

Ao relatar sua experiência no Instagram, Tainá não apenas comparou os três partos que vivenciou, mas também abordou um aspecto emocional importante da gravidez: enfrentou o medo de não conseguir amar Gabriel com a mesma intensidade que amava seus filhos mais velhos. Essa preocupação, que a acompanhava durante toda a gestação, desapareceu no momento do nascimento, quando a conexão com Gabriel aconteceu de forma imediata e profunda.

Os três partos de Tainá: história de mudanças

Os nascimentos de Helena, Matteo e Gabriel foram experiências completamente distintas, cada uma com características próprias que marcaram diferentes períodos da vida de Tainá como mãe. Embora todos os três filhos tenham nascido por via vaginal, as circunstâncias, locais escolhidos e decisões sobre o manejo da dor tornaram cada parto único em sua maneira.

O primeiro parto: Helena em ambiente hospitalar

Helena, a filha mais velha de Tainá, nasceu em um ambiente hospitalar tradicional. Para este primeiro parto, Tainá optou por não utilizar nenhum tipo de medicação analgésica, enfrentando o processo de forma natural. Essa escolha resultou em uma experiência intensamente dolorosa, especialmente durante a fase expulsiva, conhecida também como período de descida e saída do bebê, quando Tainá se deparou com uma ardência pronunciada e constante.

O segundo parto: Matteo em um parto humanizado

Cinco anos depois, com a chegada de Matteo, Tainá optou por uma abordagem totalmente diferente. Ela escolheu um parto humanizado realizado em casa, abandonando a estrutura tradicional do hospital. Essa mudança de abordagem representou uma decisão significativa em relação à primeira experiência, oferecendo a Tainá um ambiente mais familiar, confortável e sob suas próprias condições.

O terceiro parto: Gabriel com acompanhamento analgésico

Com Gabriel, Tainá retornou ao ambiente hospitalar, mas desta vez com uma escolha distinta quanto ao manejo da dor. Ela optou por receber analgesia durante o parto, uma medicação que modificaria significativamente a natureza de sua experiência. Diferentemente do que alguns poderiam imaginar, a analgesia não eliminou completamente a percepção do nascimento. Em vez disso, diminuiu drasticamente a intensidade da dor, permitindo que Tainá continuasse sentindo aspectos cruciais do processo.

Tainá comparou as três vivências ao falar sobre o parto de Gabriel: “No do Gabriel, eu sentia uma pressão, senti ele descendo, senti ele saindo, mas foi muito menos doloroso”. Essa comparação direta mostra como a analgesia permitiu que ela mantivesse conexão com o nascimento, mas sem o sofrimento extremo que caracterizou o parto de Helena.

Como a analgesia funcionou na prática

A decisão de usar analgesia levantou questões práticas sobre como a medicação operaria no corpo de Tainá e quando proporcionaria alívio. A medicação não ofereceu efeito imediato, como muitos podem imaginar. Tainá solicitou a analgesia por volta das 14h e precisou aguardar entre 20 e 30 minutos para começar a sentir seus efeitos no corpo.

Mesmo após a redução significativa da dor, Tainá continuou experienciando a vontade natural de fazer força durante o trabalho de parto. A equipe médica que a acompanhava ofereceu uma orientação importante: ela deveria acompanhar o ritmo natural de seu próprio corpo, evitando fazer esforços excessivos que pudessem provocar lesões ou lacerações na região perineal, área que sofre grande impacto durante o parto vaginal.

Seguindo essa orientação, foram necessários aproximadamente quatro esforços durante a etapa final do trabalho de parto até que Gabriel finalmente nascesse, por volta das 18h30. Um detalhe importante que Tainá destacou foi a ausência de lacerações durante todo o processo, o que contribuiu para uma recuperação mais confortável no pós-parto. A ausência de lesões frequentemente ocorridas em partos vaginais demonstra como a abordagem cuidadosa com a analgesia pode também beneficiar a recuperação física materna.

A insegurança emocional da terceira gravidez

Além dos aspectos físicos e técnicos do parto, Tainá enfrentou uma dimensão emocional complexa durante toda a gravidez de Gabriel. Essa insegurança surgiu apesar de sua experiência prévia como mãe. Mesmo já tendo vivido a maternidade intensamente duas vezes, ela se viu confrontada com uma dúvida que a acompanhava: seria possível amar Gabriel da mesma forma que amava Helena e Matteo?

Essa preocupação é mais comum entre mães que esperam um terceiro filho ou filhos posteriores, embora raramente seja tema de conversa aberta. A questão central não era se teria capacidade de amar, mas se esse amor seria equivalente, autêntico e suficiente para esse novo ser. Tainá foi honesta ao compartilhar essa insegurança, reconhecendo que até mesmo mães experientes podem questionar sua própria capacidade emocional diante de novas gestações.

A dúvida que perseguiu Tainá durante meses desapareceu no instante do nascimento. Ela descreveu a conexão com Gabriel como imediata e profunda, admitindo que foi difícil traduzir em palavras exatamente o que sentiu naquele momento crucial, quando o conheceu pela primeira vez. Não era um sentimento menor ou diferente, mas único, como cada filho traz consigo sua própria história de amor.

Fonte: Pais e Filhos

Perguntas frequentes

Quantos filhos Tainá Militão tem?

Tainá tem três filhos: Helena (7 anos) e Matteo (5 anos), do relacionamento anterior com Léo Pereira, e Gabriel, seu primeiro filho com Éder Militão, nascido em 25 de setembro em Madri.

Como foi a experiência de Tainá com analgesia no parto de Gabriel?

Tainá sentiu pressão e a descida do bebê, mas com muito menos dor. Solicitou a analgesia por volta das 14h, esperou entre 20 e 30 minutos para sentir os efeitos, e Gabriel nasceu por volta das 18h30 após aproximadamente quatro esforços.

Qual era o medo que Tainá tinha durante a gravidez de Gabriel?

Tainá tinha medo de não conseguir amar Gabriel com a mesma intensidade que amava Helena e Matteo. Porém, essa insegurança desapareceu no instante do nascimento, quando a conexão aconteceu de forma imediata.

Written by
Fernanda Quintela

Fernanda Quintela escreve sobre rotina, organização doméstica e pós-parto, com dicas práticas para famílias que estão se reorganizando após a chegada de um bebê.